01.A Revolução Industrial e o método fabril:
• A máquina substituiu a operação humana.
• Divisão minuciosa das tarefas.
• Os meios de produção passaram a pertencer aos capitalistas.
• Maior eficiência e produtividade, com menores custos.
02.Origens da Administração Científica:
• O racionalismo do século XIX aplicado às ciências sociais.
• Advento das máquinas.
• Surgimento dos pioneiros da racionalização do trabalho.
03.As grandes figuras da Administração Científica:
• Frederick Wislow Taylor (1856-1915):
® Shop Management (1903): Abordava as técnicas de racionalização do trabalho através do estudo de tempos e movimentos
® Princípios da Administração Científica (1911): Defende que para a racionalização do trabalho, a empresa deve se reestruturar
• Henry Ford (1863-1947):
® Responsável direto pela expansão da produção em massa e a conseqüente “popularização” dos automóveis.
• Frank Bunker Gilbreth (1868-1924):
® Bricklaying system (1909): Para ter sucesso, o operário deve conhecer seu ofício, ser rápido e fazer o mínimo de movimento para realizar uma tarefa.
® Motion study (1911): Para diminuir os desperdícios, propunha o estudo sistemático e a racionalização dos movimentos.
® Primer os scientific management (1912): Enfatizava o estudo dos movimentos em detrimento ao estudo de tempos.
® Fatigue study (1916): Estabelece o estuo da fadiga humana.
• Lilian Gilbreth (1878-1930)
® The psycology os management (1914): Considerava alguns fatores psicológicos no trabalho.
• Henry Gantt (1861-1919):
® A graphical daily balance (1903): Descreve um método gráfico para acompanhar a produção (gráfico de Gantt).
® Training workmen in habits of industry (1908):Observou certos problemas característicos do comportamento humano como resistência à mudança.
® Modern methods of training (1915): Ampliação da obra anterior.
04.As idéias centrais da Administração Científica:
• Estudo sistemático e científico do tempo: Consistia em dividir as tarefas em seus elementos básicos e, com a colaboração dos operários, cronometrá-la e registrá-las para em seguida estabelecer o tempo-padrão.
• Produção padrão: O trabalhador deve atingir no mínimo a produção-padrão estabelecida pela gerência para garantir bons salários.
• Seleção científica do trabalhador: O trabalhador deve desempenhar a tarefa mais compatível com suas aptidões.
• Ênfase nas condições de trabalho: Quanto melhor as condições de trabalho (iluminação, ferramentas, etc) maior a produtividade.
• Plano de incentivo salarial: A remuneração do pessoal deve ser proporcional ao número de peças produzidas.
• Conceito de Homo Economicus: As recompensas financeiras determinam o comportamento humano.
• Conciliação dos interesses da alta administração e dos trabalhadores: O atingimento da eficiência e produtividade proporciona maiores lucros e salários.
• Dissociação entre planejamento e execução: O planejamento deve ser de responsabilidade da gerência e a execução cabe aos operários.
• Divisão do trabalho: Uma atividade deve ser dividida no maior número possível de subtarefas para propiciar maior eficiência do operário.
• Supervisão funcional: Os supervisores devem ser especializados por área.
• Ênfase na eficiência: Existe uma única maneira de executar uma atividade (the best way).
05.Produção em massa e linha de montagem:
• Contribuições de Henry Ford.
• Aspectos da produção em massa:
® O produto é dividido em partes e o processo é dividido em etapas.
® Cada pessoa ou grupo tem uma função definida, uma tarefa fixa e especializada.
• As características da linha de montagem de Ford:
® Ao invés dos operários pegarem as peças para a montagem, as peças iam até eles.
® Ao invés do operário se locomover até os carros, os carros se moviam até o posto de trabalho do operário.
® Introdução de máquinas ao longo do processo.
• Conseqüências da linha de montagem de Ford:
® Diminuição do ciclo de produção de 12 horas e 28 minutos para 1 hora e 33 min.
® Diminuição dos estoques e necessidade de menos investimentos.
® Maior competitividade em função dos menores preços praticados.
06.Críticas à Administração Científica:
• Enfoque mecanicista: Ênfase demasiada na organização como um conjunto de peças, rígido e estático, como uma máquina, desconsiderando o fator humano.
• Homo economicus: O incentivo econômico, apesar de importante, não se revela suficiente para promover a satisfação dos trabalhadores.
• Abordagem fechada: Não considera o ambiente que cerca a empresa.
• Superespecialização do operário: A superespecialização leva à alienação do operário.
• Abordagem incompleta: Considerava somente a organização formal.
• Limitação do campo de aplicação: Considerava somente o chão de fábrica.
• Abordagem prescritiva e normativa: Se preocupava em determinar princípios normativos que devem ser obedecidos.
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